quarta-feira, 13 de abril de 2011

Carente de emoções futebolísticas

Mais uma quarta-feira sem Lusa. Passar uma semana sem um jogo da Portuguesa bate aquela carência pelo meu time. Eu até procuro formas alternativas para acabar com essa falta da Lusa, mas não adianta...

E o desespero só aumenta quando imagino que a Lusa ficará fora da próxima fase. Seria mais um jogo, e eu pouco me importo se a Lusa tem chances ou não de passar pelo adversário da próxima fase (os suínos). Não tenho medo, gosto de desafios e com a Lusa deveria ser igual... A equipe da Lusa tem problemas em diversos setores, aliás, todos os setores, mas ficando entre os oito, tudo pode acontecer...

Então, decidi não sofrer por antecedência, caso a Lusa fique fora do G8, e também não quero relembrar os últimos campeonatos que ficamos fora por um ponto. 

Resolvi pensar positivo. 

Lembram como a Lusa se classificou na oitava posição em 1996?  

Ela dependia de alguns resultados na última rodada. No final, ninguém acreditava, mas estávamos entre os 8, passamos muito bem pelo Cruzeiro, quase morri do coração contra o Atlético-MG e chegamos na final contra o Grêmio.

Dizem que quando estamos carentes cometamos loucuras! E não estou carente só de Lusa, estou carente de classificação, estou carente de um mata-mata, estou carente de emoções futebolísticas... Então está aí uma loucura, uma foto impublicável.

1996 -  Madrugada do dia 15 de dezembro (triste dia 15) para o dia 16, no Canindé, horas depois da Lusa perder o jogo contra o Grêmio, no Olímpico. Eu e minha família esperávamos uma pequena parcela da delegação lusitana chegar no Canindé para “comemorarmos”o vice-campeonato. 

Na época, a Lusa era GIGANTE, tínhamos time, tínhamos mais que 1.500 torcedores, tínhamos zagueiros (que aliás eram bonitinhos), ficávamos entre os oitos, comemorávamos muito mais que três pontos e comemorávamos classificações. Eu era fanática (hoje apenas gosto muito da Lusa), tinha MUITO orgulho do meu time vice-campeão, não era carente e vivia grandes emoções com a Lusa. 

César, o zagueiro gatinho, e eu! 

2 comentários:

Flavio disse...

E eu estava lá, em BH, em Porto Alegre... Cheio de orgulho também. Foda.

ANSELMO RIBEIRO disse...

Tirante o fato dos zagueiros "gatinhos", concordo contigo em todo o resto do comentário.